Dia do Optometrista

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 285 milhões de pessoas sofrem de perda de visão moderada a severa sendo que 39 milhões são consideradas cegas. Destas, 123 milhões (43%) possuem erros refrativos que afetam a visão de longe não compensados. Adicionalmente, existem 517 milhões de pessoas com deficiências na visão de perto devido à falta de compensação da presbiopia. Os erros refrativos não compensados são a principal causa de deficiência visual a nível global, fator que contribui significativamente para pobreza mundial. Há desafios significativos para a saúde da visão com o aumento de casos de cegueira evitável e deficiência visual, estes incluem o insuficiente número de profissionais de saúde competentes e a desigual distribuição de recursos. A Optometria responde a estes desafios pois concentrou-se de modo crescente na cobertura de saúde universal, fornecendo serviços igualitários e acessíveis para todos. A Optometria funciona como um recurso dos cuidados primários em países desenvolvidos e também em nível secundário como parte de equipes multidisciplinares que incluem profissionais médicos e oftalmologistas em diversos países em desenvolvimento. Para atender a demanda reprimida existente em nosso país que espera meses e até anos por um exame visual, a Optometria é a solução. O Brasil precisa enxergar e nós estamos dispostos a ajudar. Texto do Conselho Mundial usado como base. #optometristas #optometria #diadooptometrista #saudevisual Fonte: https://www.facebook.com/…/pb.1668815334…/2777829348977857/…

Proteja seus Olhos ainda mais no Verão

Aproveite a praia ou a piscina neste verão, mas não deixe de cuidar bem dos seus olhos na estação mais quente do ano. A nossa primeira dica é você se certificar de que os seus óculos escuros têm filtro adequado para encarar os raios ultravioleta. Se você foi à praia ou à piscina e esqueceu seus óculos escuros, ponha um chapéu. Outra opção é procurar por uma sombra para evitar a exposição direta do sol nos seus olhos. Na piscina, evite abrir os olhos embaixo d’água, já que é bastante comum que a água das piscinas tenha grandes quantidades de cloro, além de resíduos de terra, areia e até urina – todas essas substâncias podem irritar os olhos. Além disso, é válido lembrar que vírus e bactérias são mais facilmente transmitidos pela água. Uma última dica: na praia ou na piscina, evite entrar na água com lentes de contato. Além do risco de perdê-las, a eficácia e a durabilidade do produto podem ser afetadas por conta das substâncias que podem aderir às lentes, como cloro ou areia. Também há risco de contaminação por amebas, que podem levar a infecções graves da córnea. Diante de qualquer problema, consulte um especialista. Divirta-se na praia ou na piscina sem prejudicar os seus olhos! Imagem: https://www.facebook.com/shopp88/.

Dia Nacional do Deficiente Visual

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 6,5 milhões de brasileiros sofrem com alguma deficiência visual. Destes, 528.624 são indivíduos com visão zero, ou seja, incapazes de enxergar, e 6.056.654 são aqueles que têm uma grande dificuldade permanente de enxergar, chamada de baixa visão. ​ Triste realidade, principalmente porque muitas dessas pessoas sofrem preconceito e discriminação. ​ O Dia Nacional do Deficiente Visual nasceu justamente para consolidar os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que propõe uma vida digna com igualdade e solidariedade para todos os seres humanos. #DeficienteVisual #Optometria #SaúdeVisual #Optometrista #MarcioMoraisGobbi

3 Fatores que contribuem para o aumento da Miopia

A cada 20 minutos de atividade em visão próxima, recomenda-se descansar por pelo menos 20 segundos olhando para longe já que assim a musculatura responsável pelo controle do foco da visão pode relaxar e a atividade não se torna tão cansativa. Mais brincadeiras e menos tecnologia em prol da saúde visual. Atividades ao ar livre são importantes para o bom funcionamento da visão.   Fonte: https://www.facebook.com/cbooconselho.   #miopia #fatores #optometria #saudevisual #optometrista 

Usar óculos de grau de outra pessoa

Os óculos de grau são feitos seguindo uma prescrição, com propósitos e medidas personalizadas. As lentes são feitas exclusivamente para cada pessoa levando em consideração as medidas, o grau esférico, cilíndrico, o eixo entre outras avaliações que cada um necessita individualmente. Os óculos de grau são um utensílio individual, que não deve ser emprestado ou transmitido para outras pessoas. Usar um óculos sem prescrição própria pode além de piorar a visão, causar dores nos olhos e de cabeça, tonturas entre outros males. O ideal é que se passe por uma avaliação específica para identificação das necessidades visuais. A compra dos óculos deve ser feita em estabelecimentos comerciais próprios, as Ópticas, que tem um profissional técnico responsável com conhecimento necessário para confecção da correção de acordo as indicações do especialista em saúde visual. Fonte: https://www.cboo.org.br.

Dia Mundial da Saúde Ocular

Hoje é o Dia Mundial da Saúde Ocular! Você sabia que o Optometrista é o avaliador primário da saúde visual e ocular?! Uma dica importante: O “teste do olhinho” é o primeiro e mais importante teste ocular, realizado logo após o nascimento. Ele ajuda a prevenir e identificar doenças relacionadas com a saúde ocular, permitindo um melhor desenvolvimento da visão. Seguido de avaliações periódicas, irão garantir que alterações de ordem estrutural (globo ocular), fisiológicas (funcionamento do olho) ou refrativa (grau do olho), não atrapalhem o desenvolvimento correto. Cuide da sua visão e de sua família, procure o Optometrista! Fonte: https://www.cboo.org.br.

Combate e Prevenção do Ceratocone

Ceratocone se caracterizada pelo afinamento ou aumento da curvatura do tecido da córnea e sendo a principal causa de transplante de córneas no país, a doença pode ser evitada a partir de um ato simples: não coçar os olhos. Como é mais comum em pessoas que esfregam a área dos olhos e em quem já tem astigmatismo e miopia, a recomendação dos especialistas é evitar esse hábito que pode parecer inofensivo, mas que pode trazer danos irreversíveis à visão. O ceratocone é uma alteração na córnea caracterizada pelo afinamento ou aumento da curvatura do tecido. Em vez de ter o formato de uma bola de futebol cortada ao meio, considerada a forma normal da córnea, ela passa a ter a configuração semelhante a um cone. Essa deformação costuma ocorrer na adolescência e progride até por volta dos 30 anos. A universitária pernambucana usa óculos desde a infância e foi diagnosticada com ceratocone na adolescência. Foto: Léo Malafaia/DP Aos 17 anos, a universitária Mylena Pontes foi diagnosticada com a doença. Até receber a confirmação, tinha dificuldades para acompanhar os slides que os professores passavam nas aulas de medicina veterinária. O uso do celular e de aparelhos eletrônicos era limitado, pois a vista rapidamente ficava embaçada. “Eu não conseguia ver televisão ou ficar no olhando para a tela do telefone por muito tempo. Além disso, o olho coçava muito. Cheguei a ferir a pálpebra de tanto esfregar”, conta. Mylena, hoje com 18 anos, usa óculos desde os 5. Tem miopia e astigmatismo e, para acompanhar a evolução dos erros refrativos, faz exames anualmente. No ano passado, em uma consulta de rotina, surgiu a primeira suspeita de ceratocone. “Ficamos muito assustados com o nome e com a informação de que não havia cura. A médica que fazia os nossos exames de rotina disse que não era especialista em córneas e nos orientou a procurar um profissional especializado em córnea”, lembra a mãe de Mylena, a comerciante Cristina Pontes, 44. A família, de Ribeirão, Mata Sul do estado, procurou especialistas no Recife para fazer o tratamento adequado. “Nosso susto também veio do fato de uma prima minha ter a doença diagnosticada cerca de seis meses antes de Mylena. Como ela estava grávida quando os sintomas apareceram, esperou o fim da gestação para se tratar. Acabou sendo tarde e ela vai precisar fazer um transplante de córnea”, lamenta Cristina. No caso de Mylena, como o diagnóstico foi feito rapidamente, o transplante – solução para casos mais avançados – não foi necessário. No consultório do oftalmologista especialista em córnea, recebeu a boa notícia de que a doença tem tratamento e que o transplante pode ser evitado. “O primeiro tratamento do ceratocone é o uso de óculos. Quando a gente não consegue uma qualidade de visão boa com ele, parte para a lente de contato, que consegue corrigir um pouco melhor a irregularidade da córnea e formar visões mais nítidas”, explica a oftalmologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (Hope) Mirella Molnar Maranhão, especialista em córnea e lentes de contato. A baixa visão é o principal sintoma do ceratocone, conforme explica a médica oftalmologista Mirella Molnar Maranhão. Foto: Gabriel Melo/DP À universitária foi recomendado o tratamento por crosslinking, uma cirurgia ambulatorial em que se aplica radiação ultravioleta associada à vitamina B2 para aumentar a resistência da córnea em até três vezes. “Um ano depois de receber o diagnóstico, fiz o crosslinking. Aproveitei as férias da faculdade, em julho, para fazer. O médico disse que os resultados aparecem com até seis meses, mas já senti algumas melhoras. Meus olhos coçam menos, por exemplo”, ressalta Mylena. Pesquisas apontam que o procedimento leva a progressão em 87% dos participantes e proporcionar um ganho de visão para 47%, embora esta não seja o principal objetivo da cirurgia. Segundo a oftalmologista, o principal sintoma do ceratocone é a baixa visão. “A pessoa passa a ver turvo mesmo usando óculos”, esclarece Mirella. A médica explica que a doença pode aparecer sozinha ou acompanhada. “Uma condição (que pode fazer o ceratocone aparecer) é a conjuntivite alérgica, por exemplo. É comum também em pacientes com Síndrome de Down”, afirma. Na conjuntivite, como o principal fator ambiental de evolução do ceratocone é coçar os olhos, a recomendação médica é não colocar as mãos na região. Enquanto esfregar a área é o principal agente externo, componentes genéticos são a principal causa interna da doença. “Avaliar se tem alguém na família com a doença (principalmente parentes de primeiro grau) e monitorar com frequência são as recomendações básicas”, destaca o oftalmologista especialista em córnea e doenças externas do Hope, Bernardo Cavalcanti. O acompanhamento regular de um oftalmologista é uma das principais recomendações para evitar a doença. Na foto, o médico oftalmologista Bernardo Cavalcanti. Foto: Gabriel Melo/DP O que é ceratocone É uma doença caracterizada pelo afinamento ou aumento de curvatura da córnea. Foi descrita pela primeira vez na Alemanha em 1748 por Mauchard. Sintomas Desconforto visual, dor de cabeça, fotofobia, baixa acuidade visual e troca frequente das lentes dos óculos. Diagnóstico É feito com base nas características clínicas e com exames objetivos, como a topografia da córnea (imagem que mostra o formato do tecido). Prevenção Como é mais comum em pessoas que costumam coçar os olhos, a recomendação é evitar esfregá-los e cuidar sempre da visão, frequentando o seu especialista pelo menos uma vez ao ano. Tratamento Os tratamentos do ceratocone podem ser cirúrgicos e não cirúrgicos. Sendo assim os tratamentos funcionam da seguinte forma: Tratamentos não cirúrgicos: incluem uso contínuo de óculos de correção ou lentes de contato – gelatinosas ou rígidas, dependendo do caso. São indicados para melhorar a acuidade visual do paciente, corrigindo o grau do erro de refração. Tratamentos cirúrgicos: são usados para reforçar as fibras de colágeno da córnea, ou implante de material biocompatível dentro da córnea para melhorar sua curvatura. Em último caso, é indicado o transplante de córnea. Os procedimentos cirúrgicos são conhecidos como: Crosslinking de córnea Implante de Anel de Ferrara Transplante de Córnea Os tratamentos indicados para os 4 estágios de progressão do Ceratocone

Miopia

A correção da miopia nas crianças elimina o maior obstáculo evitável à aprendizagem e desenvolvimento individual, com benefícios gigantescos para a sociedade. A prevalência da miopia está a aumentar globalmente a um ritmo alarmante, com o aumento significativo dos riscos para a deficiência visual causada pelas condições patológicas associadas com altas miopias, incluindo patologias da retina, catarata e glaucoma. O relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) – Instituto de Visão Brien Holden contabilizou, em 2010, quase dois bilhões de pessoas que sofriam de miopia (27 por cento da população mundial), sendo que 2,8 por cento sofre de alta miopia. É projetado para 2050 um aumento para quase cinco bilhões de míopes, representando 52 por cento da população mundial, dos quais cerca de um bilhão serão altos míopes, ou seja, 10 por cento da população mundial. As consequências patológicas das altas miopias não se alteram com cirurgias refrativas em altos míopes, pois os olhos estruturalmente ainda têm esta condição, ainda que não seja mais na condição refrativa. É relevante que o erro refrativo seja apontado, no mundo como a causa principal de deficiência visual, e a miopia não corrigida como a causa mais frequente de deficiência visual, quando avaliada pela acuidade visual de apresentação (sem uso de correção refrativa). Sabemos que a não correção ou correção inadequada contribui para o aumento do valor da miopia em crianças e adolescentes. A OMS também aponta que a redução do ritmo de progressão da miopia em 50 por cento pode reduzir a prevalência da alta miopia em 90 pontos percentuais. A correção da miopia nas crianças elimina o maior obstáculo evitável à aprendizagem e desenvolvimento individual, com benefícios gigantescos para a sociedade. O impacto da saúde visual estende-se para lá da prevalência da deficiência visual e cegueira. É um catalisador de progresso e está interligado com o emprego e crescimento, igualdade de género e oportunidades, educação, segurança rodoviária e saúde física e bem-estar mental individual. Por esse motivo, assegurar o acesso aos cuidados primários para a saúde da visão na comunidade e adjacências são absolutamente prioritários e essenciais. Segundo a Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira: “Os optometristas desempenham um papel vital ao assegurarem o acesso a cuidados para a saúde da visão. Eles frequentemente são o primeiro ponto de contato para a população que sofre de problemas visuais; responsáveis por examinar o olho, prescrever óculos e lentes de contato e, importante, detectando doença ocular ou anomalia, referenciando para o médico, quando necessário.” A miopia caracteriza-se por uma visão desfocada dos objetos situados ao longe e visão mais nítida dos objetos próximos. Este processo ocorre devido ao aumento do globo ocular em relação à sua normal morfologia, ou ao aumento da curvatura na córnea, o que leva a que as imagens dos objetos situados a mais de cinco metros fiquem desfocadas, uma vez que o foco é feito antes da retina. É na infância e na adolescência que normalmente surge esta condição, que tende a progredir com o passar de os anos até estabilizar por volta dos 20 anos, sendo que a detecção e a compensação precoce ajudem a estabilizar ou minimizar a evolução do problema. O primeiro passo para o diagnóstico da miopia passa pela identificação dos principais sintomas, para os quais os pais devem estar alertas. São eles as dores de cabeça, cansaço associado ao esforço ocular, fechar um pouco os olhos para ver melhor, piscadas frequentes, aproximar-se para assistir televisão, etc. A sala de aula é também um contexto importante para a detecção da miopia, principalmente se a criança ou jovem mostrar dificuldade em ler no quadro. Sempre que reconhecer um ou mais destes sintomas, deverá procurar um especialista nos cuidados para a saúde visual, nomeadamente um optometrista ou um oftalmologista. No caso do optometrista, o diagnóstico é realizado através de várias técnicas distintas nas quais inclui a retinoscopia, que visa avaliar o erro refrativo objetivo; e a refração subjetiva, um método refrativo em que o resultado depende também da resposta do paciente para melhor afinação dos resultados. A miopia é multifatorial, mas o principal fator de risco para o desenvolvimento da miopia é a genética, isto porque a presença desta condição num ou ambos os progenitores aumentam a probabilidade de a criança vir a ter miopia. Em suma, estudos recentes têm apontado para a existência de outros fatores potencialmente causadores de miopia, a saber: passar grandes períodos a ler, ao celular (smartphone), ao computador ou a ver televisão, a existência de pouca luz, a falta de exercício físico ao ar livre, entre outros. Recentemente a Organização Mundial da Saúde divulgou um conjunto de recomendações a respeito da atividade física, comportamento sedentário e sono nas crianças com menos de cinco anos de idade. Nesse relatório é descrito o tempo ideal de utilização da televisão e dispositivos eletrônicos para este grupo etário. Segundo a OMS, crianças até um ano não devem utilizar estes monitores, enquanto que dos dois aos quatro anos o tempo de visualização não deve ultrapassar os 60 minutos. No que concerne ao seu tratamento, a compensação da miopia é feita com o auxílio de lentes côncavas (lentes negativas), que podem ser oftálmicas (lentes para óculos), de contato ou intraoculares (lente introduzida dentro do olho através de intervenção cirúrgica). Alcançar o diagnóstico precoce deste e outros erros refrativos, assim como a aposta na prevenção de comportamentos de risco, são dois dos principais desafios dos optometristas, os quais só poderão ser cumpridos se se apostar na consciencialização da nossa sociedade. Segundo o Instituto da Visão Brien Holden e o Conselho Mundial de Optometria, que organizaram o “Myopia Movement”, uma iniciativa de sensibilização mundial para esta condição visual, procura-se evitar que até 2050 o número de pessoas com miopia possa chegar aos cinco bilhões, o que equivale a 50 por cento da população mundial. É com a missão de trabalhar para a melhoria desta previsão que os optometristas, enquanto profissionais que prestam cuidados primários para a saúde visual, vão continuar a empenhar-se para trazer mais conhecimento sobre a miopia e

Quando foi seu último exame visual?

  Sabia que ao surgir qualquer problema um diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença para sua saúde visual e ocular? Em geral as pessoas devem consultar um especialista em saúde visual no mínimo uma vez a cada 2 anos, isto se não sentirem qualquer sinal ou sintoma visual ou ocular. Crianças até 3 anos devem consultar um especialista no mínimo a cada 6 meses, dos 3 até os 12 anos no mínimo uma consulta por ano e dos 12 até os 40 anos no mínimo uma consulta a cada 2 anos. Após os 40 anos as consultas deverão ser novamente mais frequentes, recomendasse no mínimo uma consulta a cada 18 meses.

Como identificar problemas de visão nas crianças?

Alguns sinais são: Sentar muito próximo da televisão ou segurar livros muito perto dos olhos; Fechar um pouco os olhos ou inclinar a cabeça para ver melhor; Fechar um olho para ver televisão, ler ou ver melhor; Coçar os olhos com frequência; Ter sensibilidade à luz ou lacrimejar em excesso; Olhos vermelhos; As bordas das pálpebras são vermelhas ou possuem costas; Não conseguir ler sem usar um dedo para guiar os olhos e perder-se com facilidade na leitura; Queixar-se de dores de cabeça frequentes ou olhos cansados; Evitar usar o computador porque começa a doer a cabeça ou os olhos; Evitar fazer atividades que envolvam a visão de perto ou à distância; A assimetria facial; Alterações nos olhos e seus anexos; Algum dos olhos desvia para fora ou para dentro; Receber notas mais baixas que o habitual na escola. Os pais, também podem tirar fotos e observar nelas os reflexos vermelhos na área da pupila de seus filhos, os reflexos de ambas as pupilas devem ser iguais em cor, tamanho, intensidade e estar em posição central. Perante os primeiros sinais que a criança tem dificuldades visuais ou que algo está anormal leve-a imediatamente a um especialista para fazer exames preventivos do sistema visual, visando identificar precocemente o problema e se necessário iniciar o adequado tratamento. Com o diagnóstico e tratamento precoce, é possível restabelecer completamente a visão na grande maioria dos casos ou grande parte dela. Mas, como não é fácil cravar em casa se a criança está enxergando bem, sugere-se para isto as consultas de rotina com especialistas.  Portanto até os 3 anos de idade é recomendado consultas semestrais e após os 3 até aos 12 anos consultas anuais como prevenção de problemas visuais e oculares.